O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL-RJ, está aproximando sua popularidade do presidente Lula, do PT, em um cenário de segundo turno. De acordo com uma pesquisa realizada pelo instituto Atlas Intel, em dezembro de 2025, Lula tinha 53 pontos percentuais, enquanto Flávio Bolsonaro tinha 41 pontos, resultando em uma diferença de 12 pontos. No entanto, em janeiro de 2026, Lula aparece com 49,2 pontos percentuais e Flávio Bolsonaro com 44,9 pontos, diminuindo a diferença para 4,3 pontos. Esse cenário sugere uma disputa acirrada entre os dois políticos.
A pesquisa também avaliou o cenário de segundo turno entre Lula e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, do Republicanos. Neste caso, Lula aparece com 49,1 pontos percentuais, ante 45,4% de Tarcísio, indicando uma estabilidade nesse cenário. Além disso, a pesquisa simulou cenários de primeiro turno, nos quais Lula aparece à frente tanto de Flávio Bolsonaro quanto de Tarcísio de Freitas. Contra Flávio, Lula tem 48,8% das intenções de voto, ante 35% do senador. Contra Tarcísio, Lula tem 48,5% das intenções de voto, ante 28,4% do governador. Esses números indicam uma disputa eleitoral acirrada no cenário político brasileiro.
O instituto Atlas Intel realizou essa pesquisa para entender melhor o cenário político atual e as influências das <strong;candidaturas nas intenções de voto dos eleitores. A aproximação de Flávio Bolsonaro em relação a Lula no cenário de segundo turno pode ser um reflexo das estratégias de campanha adotadas pelo senador e seu partido. Por outro lado, a estabilidade do cenário entre Lula e Tarcísio de Freitas sugere que o governador de São Paulo ainda enfrenta desafios para aumentar sua popularidade em âmbito nacional.
A pesquisa também revelou que o número de pessoas que não souberam ou não responderam às perguntas permaneceu estável, variando de 6% para 5,9%. Esse dado é importante para entender a confiabilidade e a precisão dos resultados apresentados. Em um contexto de campanha eleitoral, esses números são cruciais para que os partidos e candidatos possam avaliar suas estratégias e ajustá-las de acordo com as necessidades e preferências do eleitorado.