No último domingo, 30 de novembro de 2025, Eduardo Torres, irmão da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, compareceu à Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília para entregar refeições ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele é uma das pessoas autorizadas a levar alimentos para o ex-mandatário, que se encontra preso desde o dia 22 de novembro, por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF). Torres chegou à Superintendência por volta das 13h e conversou com agentes da PF por cerca de 10 minutos antes de ir embora. Enquanto isso, Michelle Bolsonaro está em viagem ao Ceará.

Além de Eduardo Torres, outras duas pessoas também estão autorizadas a deixar comida para Bolsonaro: o ex-assessor presidencial Antonio Machado Ibiapino e o tenente militar Kelso Colnago dos Santos. Eles receberam permissão da Justiça após um pedido da defesa do ex-presidente. Desde que foi preso, Bolsonaro tem recusado a comida oferecida pela PF e consumido apenas itens levados por familiares. Segundo o filho do ex-presidente, o senador Flávio Bolsonaro, o motivo seria desconfiança em relação à origem dos alimentos. Essa situação reflete o contexto institucional atual, onde a relação entre o ex-presidente e as autoridades judiciárias e de segurança pública está sob escrutínio. A autorização para que familiares e pessoas de confiança levem alimentos para Bolsonaro visa atender às necessidades básicas do ex-presidente enquanto ele permanece detido.

A decisão da Justiça em permitir que Bolsonaro receba refeições de fontes externas à PF reflete a necessidade de equilibrar a segurança e o tratamento do ex-presidente com as exigências legais e procedimentais. A situação destaca a complexidade das relações entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, especialmente em contextos de tensão política. A atitude de Bolsonaro em recusar a comida oferecida pela PF e optar por alimentos trazidos por familiares e assessores também pode ser vista como uma estratégia para manter um certo nível de controle sobre suas condições de vida enquanto está preso. Esses eventos estão sendo acompanhados de perto pela mídia e pelo público, refletindo o interesse generalizado na situação do ex-presidente e nas implicações políticas e legais de sua detenção.

A presença de Eduardo Torres na Superintendência da PF para entregar refeições ao ex-presidente é mais um capítulo na seqüência de eventos que envolvem a detenção de Jair Bolsonaro. A situação continua a evoluir, com novos desenvolvimentos e reações de diferentes atores políticos e institucionais. Enquanto a detenção do ex-presidente permanece um tema de grande relevância e debate, as autoridades seguem trabalhando para garantir que os procedimentos legais sejam seguidos e que os direitos de Bolsonaro sejam respeitados dentro dos limites da lei. A entrega de refeições por familiares e assessores autorizados continua a ser uma das formas pelas quais o ex-presidente recebe suporte enquanto permanece sob custódia.

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